Nós defendemos uma desindexação dos benefícios previdenciários em relação ao salário mínimo, uma revisão e desvinculação da receita corrente líquida e da receita de impostos do piso da saúde e da educação, um corte e uma revisão de 200 bilhões de reais em privilégios tributários que nós temos sequestrados no orçamento público por uma elite privada, acabar com super salários e férias de 60 dias.
Desconhecido: Aliás, hoje saiu uma excelente matéria na Folha de São Paulo, do Rafael de Cunto, mostrando que, em protesto aos super salários, o Ministério Público e o Judiciário estão aí criando, trocando os super salários para os 170 dias de férias.
Desconhecido: Ou seja, cada dia trabalhado vai ser um dia folgado.