Erika Hilton: Esta é a comissão que deve debater a dignidade humana das pessoas LGBTs, que é a mais, que vive um índice de ódio, intolerância e preconceito brutal.
Erika Hilton: Em nome de vários aspectos, se mata, se estupra, se arranca de casa, se tira do seio da família, se impede de andar livremente na sociedade.
Nós temos casos históricos de vários casos de violência, casais que foram agredidos com... ampadadas na cara, em plena Avenida Paulista, travestis que tiveram o seu coração arrancado, e os seus réus são confesso, e disseram que arrancaram o seu coração, porque era uma travesti, era o demônio, era o mal, porque o que está impregnado na cabeça dessas pessoas, e o que alimenta o ódio da sociedade, são esses discursos que são colocados aqui, as senhoras dizem, está preocupada, que são contra a violência, que são contra não sei o que, qual é a contribuição que vossas excelências tem prestado, e tem dado, diante dos dados que colocam.
Erika Hilton: o Brasil como o primeiro país do mundo que mais mata pessoas LGBTs, quem é mais?
Erika Hilton: Quais são os projetos?
