Erika Hilton: Nós assistimos a uma indecência, um escárnio, uma violência praticada pelo Tribunal de Minas Gerais contra esta criança, abrindo precedentes para que barbáries e crimes horrorosos como esse passem a ser consentidos e naturalizados.
Erika Hilton: Que fique registrado o nosso repúdio. Já acionamos o CNJ para que se manifeste.
O Ministério Público já se manifestou, e nós seguiremos clamando pela proteção de nossas crianças, de nossas adolescentes, de nossas meninas e mulheres brasileiras, para que decisões como essas não sejam naturalizadas no Brasil; para que o Estado não abandone as nossas crianças; e para que a pedofilia não seja naturalizada.
Erika Hilton: Presidente, peço que divulgue meu pronunciamento nos portais da Casa e no programa A Voz do Brasil.
