Fernando Haddad: Esse pessoal que está governando o Brasil, os estados hoje, né?
Fernando Haddad: Pega o caso de Minas.
Rio de Janeiro, pega o Cláudio Castro, o Zema, o próprio Tarcísio, eu não vejo neles a mesma base de formação do PSDB.
Fernando Haddad: O PSDB era um partido que eu discordava, em alguma medida, de várias questões importantes, a questão das privatizações eu discordava, mas havia um solo comum, uma base comum, que era a luta contra a ditadura militar.
Fernando Haddad: A luta contra a truculência, a luta contra a arma, a luta contra a violência, a tentativa de buscar patamares mínimos de civilidade, de respeito à divergência.