Kim Kataguiri: Mais uma vez, Presidente, sob o pretexto nobre, justo e digno de se promover a proteção em relação às mulheres, existem trechos absolutamente subjetivos fora do escopo da matéria que promovem privilégio de escolta policial e atendimento ao Ministério Público para pessoas que fazem parte de determinadas ONGs, que eu não vejo por que deve haver esses privilégios, e também cerceamento de liberdade de expressão em rede social e, mais uma vez, especialmente em relação à identidade de gênero, razão pela qual oriento contrariamente e peço nominal, Presidente.
Kim Kataguiri: Sr. Presidente, é ainda pior do que eu falei na tribuna.
Nós temos aqui a atenção especial da Polícia e do Ministério Público para líder sindical, para quem ocupa a liderança de instituição privada.
Kim Kataguiri: Sim, para um empresário, para uma empresária, vai ter atenção especial por parte da Polícia, por parte do Ministério Público!
Kim Kataguiri: É concessão de medida protetiva, sem boletim de ocorrência, para um tipo subjetivo.
