Renan Santos: Porto de Santos, Baixada Santista, em São Paulo, onde há o escoamento da produção internacional da droga que passa pela rota bioceânica.
Renan Santos: Passando junto a alteração nas leis penais, nas leis de processo penal, e trazer o que a gente chama de direito penal do inimigo, que vai qualificar as organizações criminosas, as facções, como organizações anômalas, como inimigo.
Onde os direitos e prerrogativas individuais desses membros dessas facções serão relativizados.
Renan Santos: Vão perder essas prerrogativas porque eles estão em um permanente cometimento de crime e não reconhecimento do Estado brasileiro.
Renan Santos: Que é, basicamente, como se fossem qualificados como terroristas.
