Renan Santos: Isso permite que o Estado seja muito mais eficaz na destruição da facção criminosa.
Renan Santos: E hoje isso não acontece.
Hoje um membro de uma facção, por exemplo, é pego e é como se ele fosse um preso comum ou um membro... ou uma pessoa comum cometer um delito, um crime.
Renan Santos: Então a separação que a gente faz, através da lógica do direito penal do inimigo, ela permite... Uma velocidade e uma eficácia do Estado, similar ao que certos Estados têm quando vão combater organizações terroristas.
Renan Santos: Por exemplo, os Estados Unidos, quando detectam que alguém é da Al-Qaeda.
