Sérgio Moro: Participei também dessa decisão de fazer essa quebra de sigilo bancário e fiscal do Lulinha, filho do Presidente.
Sérgio Moro: E não é trivial uma CPMI decretar a quebra de sigilo fiscal e bancário do Presidente.
Daí toda aquela polêmica, toda aquela irresignação da base do Governo, mesmo tendo o Lula já declarado que entende que o filho dele deve responder se tem uma responsabilidade – talvez a base do Governo não tenha ouvido essa parte específica.
Sérgio Moro: E V. Exa. tratou esse tema com a serenidade própria do estadista.
Sérgio Moro: Então, quero registrar aqui meus elogios a V. Exa. e, igualmente, ao Presidente da CPMI, Senador Carlos Viana, que tão bem conduziu, com coragem ali, para firmar essa decisão, mesmo com os questionamentos que agora se mostraram improcedentes.
