Tabata Amaral: Eu também reconheço que por ter nascido branca, eu tive muito mais oportunidade, provavelmente, estatisticamente, do que eu teria se eu tivesse nascido negra.
Tabata Amaral: E eu quero separar essas duas coisas porque elas me trazem reflexões diferentes.
Aqui... É entender, se eu tive privilégio e tenho por ser branca, é meu trabalho, é minha missão, aprender sobre isso e lutar todos os dias para reverter isso.
Tabata Amaral: Como estou tentando fazer no Plano Nacional de Educação, quando a gente olha para a questão do racismo, como fazemos com a lei de cotas, que eu tive a alegria de ser uma das autoras agora na ampliação, é a luta diária de combate ao racismo.
Tabata Amaral: Essa é uma coisa, e aqui eu tenho total responsabilidade.
