Tabata Amaral: Aqui... É entender, se eu tive privilégio e tenho por ser branca, é meu trabalho, é minha missão, aprender sobre isso e lutar todos os dias para reverter isso.
Tabata Amaral: Como estou tentando fazer no Plano Nacional de Educação, quando a gente olha para a questão do racismo, como fazemos com a lei de cotas, que eu tive a alegria de ser uma das autoras agora na ampliação, é a luta diária de combate ao racismo.
Essa é uma coisa, e aqui eu tenho total responsabilidade.
Tabata Amaral: Mas nessa questão aqui do estereótipo... É você enxergar o preconceito que existe na esquerda e entender que sim, tem gente da periferia progressista que é católico, que é cristão, que é evangélico.
Tabata Amaral: Tem gente da periferia que talvez não ouça rap todos os dias.
