Marcos Rogério: E, mesmo assim, hoje, o motorista é autuado, é multado.
Marcos Rogério: Isso é simplesmente inverter a lógica: cobra-se do trabalhador o que o poder público não foi capaz de entregar.
E nós tratamos deste assunto no debate na Comissão de Infraestrutura.
Marcos Rogério: Cobramos, inclusive, do representante do Ministério dos Transportes, que lá participava, e do próprio representante da Polícia Rodoviária Federal, mas ele dizia, naquele momento, que não tinha criado a regra.
Marcos Rogério: Agora, é um pressuposto básico. Você está cobrando do motorista, exigindo do motorista, que ele cumpra o requisito da parada de descanso, mas não há infraestrutura.