Tabata Amaral: Pode ser uma amiga, a mãe, uma irmã.
Tabata Amaral: A gente não sabe, porque é uma doença silenciada, porque é uma luta solitária.
É para essas mulheres que a gente está aprovando esta ampliação: mulheres que vão ter apoio quando forem voltar para os seus empregos; mulheres que, diante de uma cesárea, de uma complicação médica, diante de uma depressão pós-parto, vão ter os seus companheiros por perto para poderem se reerguer.
Tabata Amaral: É por elas que a gente está lutando, mas é também pelas crianças, que vão ter famílias mais fortes, que vão ter infâncias mais protegidas.
Tabata Amaral: Eu até brinco que alguns homens podem não enxergar isso hoje, mas esta luta é por eles também, que vão ter esse tempo para apoiar as suas companheiras, para aprender, para se adaptar, para conseguir conceber essa nova realidade.
